O líder e seus compromissos ministeriais

O líder é alguém que foi instituído por Deus para realizar as tarefas de acordo com seu chamado, muito observado , passa por situações adversas no decorrer do seu ministério.

Veja alguns compromissos assumidos pela pessoa quando se torna um líder:

Fazer o possível, procurando sempre me lembrar, pedindo a amigos, esposa e, em oração, de que prazer, poder, popularidade e posses são ferramentas que me foram graciosamente concedidas pelo Senhor, ficar atento para a essência, para o conteúdo que alimenta o povo de Deus, ciente de que não existe diferença, senão nas ferramentas que cada um maneja e em suas funções.

Nem me sentir superior, nem o contrário, o poder e a liderança são ferramentas para servir, portanto não devo achar que a obra e os membros são meus, mas dispor-me a servi-los e ao Senhor.

Além do serviço ministerial é necessário ter uma vida com Deus

Lembrar-me sempre de que, ainda que seja um seminarista, um líder, um clérigo, estou sujeito a não buscar uma vida de intimidade com Deus, substituindo a obra de Deus pelo Deus da obra.

Preciso resistir às pressões da sociedade, igreja e família e concentrar-me na essência do cristianismo, Cristo.

Procurar manter a mente alinhada com os padrões de Deus, para ser exemplo, referência, modelo do rebanho, de tal modo a ter influência positiva sobre os demais, mantendo sempre a postura da criança que deseja aprender.

Ser coerente com minha filosofia de ministério: pronto para aprender; pronto a repartir, pronto para servir; atento às oportunidades.

Sensível a família, dando prioridade ao chamado, preciso buscar prazer e satisfação naquilo que é nobre, procurando gostar do que Deus gosta. Isto é muito prazeroso, preciso exercer a liderança sem visar minha promoção, ou fama.

Sem buscar elogios de homens, mas esforçando-me por ver os planos de Deus sendo realizados e capacitando, treinando cada vez mais pessoas para que eu possa executar outras tarefas.

Não mais verei meus bens como algo que atrapalha minha dedicação a Deus, mas como oportunidade de servi-lo com alegria e mordomia.

Minha vitória não está em sempre ir pelo caminho certo, mas em me dispor a nunca deixar de buscá-lo, toda liderança requer atenção, dedicação, oração e vida com Deus, estamos cuidando do corpo de Cristo, das almas e foi Jesus quem morreu por elas, portanto, elas são d’Ele, dê o seu melhor e se cuide para não cair nas armadilhas do erro e de planos que não são os de Deus para sua vida.

 

No que sua esperança está firmada?

A esperança é o oxigênio que nos mantém vivos. Quem não tem esperança vegeta, não vive. Quem passa os anos de sua existência na masmorra do desespero, acorrentado pelo medo e subjugado pelas algemas da ansiedade, conhece apenas uma caricatura da vida.

A vida verdadeira é timbrada pela esperança, uma esperança tão robusta que espera até mesmo contra esperança.

Foi assim com Abraão, o pai da fé. Deus lhe prometeu um filho, em cuja descendência seriam abençoadas todas as famílias da terra. Abraão já estava com o corpo amortecido.

Sua mulher, além de estéril, já estava velha demais para conceber.

A promessa de Deus, porém, não havia se caducado.

Contra todas as possibilidades humanas, contra todos os prognósticos da terra, contra todo o bom senso da razão humana, Abraão não duvidou por incredulidade, mas pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus e esperou mesmo contra a esperança, e o milagre aconteceu em sua vida. Isaque nasceu e com ele a esperança de uma descendência numerosa e bendita.

A esperança que não se desespera tem algumas características:

  1. Ela está fundamentada não em sentimentos humanos, mas na promessa divina. Abraão não dependia de seus sentimentos, mas confiava na promessa. Deus havia lhe prometido um filho e essa promessa não havia sido revogada. Abraão já estava velho e seu corpo já estava amortecido, mas esse velho patriarca não confiava no que estava em seu interior, mas naquele que é superior.Não vivemos pelo que sentimos, vivemos agarrados na promessa. Não devemos nos estribar em nossas emoções instáveis, mas na Palavra estável e inabalável daquele que não pode mentir. As promessas de Deus não podem falhar. Ele é fiel para cumprir sua Palavra. Devemos tirar os olhos de nós mesmos e colocá-los em Deus. Dele vem a nossa esperança. Ele é a nossa esperança. Nele podemos confiar.

 

  1. Ela está fundamentada não em circunstâncias, mas naquele que governa as circunstâncias. A fé ri das impossibilidades, pois não é uma conjectura hipotética, mas uma certeza experimental. A fé não lida com possibilidades, mas com convicção. O objeto da fé não está no homem, mas em Deus. A fé não contempla as circunstâncias, mas olha para aquele que está no controle das circunstâncias. Abraão sabia que Deus poderia fortalecer seu corpo e ressuscitar a fertilidade no ventre de sua mulher. Sabia que o filho da promessa não seria fruto apenas de um nascimento natural, mas, sobretudo, de uma ação sobrenatural. A esperança que não se desespera não olha ao redor, olha para cima; não vê as circunstâncias, contempla o próprio Deus que está no controle das circunstâncias.

 

  1. Ela está fundamentada não nas ações humanas, mas nas intervenções divinas. Abraão e Sara fraquejaram por um tempo na espera do filho da promessa. O resultado dessa pressa foi o nascimento de Ismael. A ação humana sem a condução divina resulta em sofrimento na terra, mas não em derrota no céu. O plano do homem pode ser atabalhoado, mas o plano de Deus não pode ser frustrado. Deus esperou Abraão chegar a seu limite máximo antes de agir. Esperou que todas as possibilidades da terra cessassem antes de realizar seu plano. Então, a promessa se cumpriu, o milagre aconteceu e Isaque nasceu. O limite do homem não limita Deus.

 

A impossibilidade do homem não ameaça Deus, pois os impossíveis do homem são possíveis para Deus. Quando o homem chega ao fim dos seus recursos, Deus ainda tem à sua disposição toda a suprema grandeza do seu poder. Deus faz assim para que coloquemos nele toda a nossa confiança, para que tenhamos nele toda a nossa alegria e para que dediquemos a ele toda a glória devida ao seu nome.

 

Qual a importância do sexo no casamento?

Por Gilson Bifano

Um dos assuntos que mais desperta interesse em nosso trabalho com casais é, sem dúvida, a questão do sexo e da própria sexualidade no contexto do casamento cristão. 

Algumas considerações são importantes para os casais crentes desfrutarem o melhor do relacionamento sexual.

Saiba que sexo e sexualidade são coisas distintas

Muitas pessoas pensam que sexo e sexualidade são as mesmas coisas, porém, é bem diferente.

A sexualidade está presente desde o nascimento e nos acompanha até a velhice.

Já as relações sexuais, de acordo com a Bíblia, devem acontecer no contexto do casamento.

Viver bem a sua própria sexualidade (gostar de si mesmo, do corpo, de ser homem ou mulher) é meio caminho andado para uma satisfatória vida sexual.

Entre quatro paredes, tudo é permitido?


Não. Tudo é permitido quando não fere os princípios bíblicos da sexualidade conjugal, por exemplo, pornografia, atitudes egoístas e práticas abusivas e humilhantes não devem fazer parte da experiência sexual do casal cristão.

1) Leia livros

Existem excelentes livros sobre sexualidade cristã que deveriam ser lidos por todos os casais cristãos. Citamos dois deles: O ato conjugal (Editora Betânia),  . Livros ajudam nas dúvidas, no conhecimento dos aparelhos reprodutores masculinos e femininos, na psicologia masculina e feminina.

2) Não separe sexo e espiritualidade

Um dos maiores erros que um casal cristão pode cometer é separar estes dois temas no casamento. Certa vez ouvi de um casal confessando que quando tinha relação sexual com sua esposa a impressão que ficava é que Deus se retirava do quarto. Deus criou o sexo, homem e mulher, e deseja que os cônjuges desfrutem todo o prazer que o sexo pode oferecer. Agradeça e peça a bênção de Deus para esta área do casamento.

3) Saia da rotina

Um dos assassinos da vida sexual do casal é a monotonia. É possível planejar e executar relações sexuais diferentes, criativas de forma aceitável e que não maculem a vida sexual do casal.

4) Entenda que as relações sexuais são dinâmicas

No casamento as relações sexuais são diferentes. Uma relação nunca é igual a anterior. Um dia a relação pode ser um pouco mais “quente”, noutro não.

5) Não restrinja sexo a “pênis e vagina”

Restringir sexo a estes dois órgãos é diminuir toda sua amplitude e beleza. Beijar, andar de mãos dadas, trocar palavras de carinho fazer parte da vida sexual de um casal.

6) Conversem sobre sexo

Conversem sobre ritmos, frequência, intensidade, toques que dão prazer, atitudes que não agradam, posições e tantos outros temas ligados à vida sexual.

Um cônjuge não é obrigado conhecer os pensamentos e sentimentos do outro.

Se esforce para melhorar a vida sexuais

Tentar melhorar a vida sexual no casamento é tão sagrado quanto estudar a Bíblia e orar.

Se há algum problema de ordem emocional ou física, procure conversar com o cônjuge.

Caso a conversa não seja suficiente, procure ajuda de terceiros, por exemplo, conselheiro cristão, psicólogo, sexólogo ou um médico.

 

O líder e seus compromissos ministeriais

O líder é alguém que foi instituído por Deus para realizar as tarefas de acordo com seu chamado, muito observado, passa por situações adversas no decorrer do seu ministério.

Veja alguns compromissos assumidos pela pessoa quando se torna um líder:

Fazer o possível, procurando sempre me lembrar, pedindo a amigos, esposa e, em oração, de que prazer, poder, popularidade e posses são ferramentas que me foram graciosamente concedidas pelo Senhor, ficar atento para a essência, para o conteúdo que alimenta o povo de Deus, ciente de que não existe diferença, senão nas ferramentas que cada um maneja  em suas funções. Nem me sentir superior, nem o contrário, o poder e a liderança são ferramentas para servir, portanto, não devo achar que a obra e os membros são meus, mas dispor-me a servi-los e ao Senhor.

Além do serviço ministerial é necessário ter uma vida com Deus

Lembrar-me sempre de que, ainda que seja um seminarista, um líder, um clérigo, estou sujeito a não buscar uma vida de intimidade com Deus, substituindo a obra de Deus pelo Deus da obra.

Preciso resistir às pressões da sociedade, igreja e família e concentrar-me na essência do cristianismo, Cristo.

Procurar manter a mente alinhada com os padrões de Deus, para ser exemplo, referência, modelo do rebanho, de tal modo a ter influência positiva sobre os demais, mantendo sempre a postura da criança que deseja aprender.

Ser coerente com minha filosofia de ministério: pronto para aprender; pronto a repartir, pronto para servir; atento às oportunidades.

Sensível a família, dando prioridade ao chamado, preciso buscar prazer e satisfação naquilo que é nobre, procurando gostar do que Deus gosta. Isto é muito prazeroso, preciso exercer a liderança sem visar minha promoção, ou fama. Sem buscar elogios de homens, mas esforçando-me por ver os planos de Deus sendo realizados e capacitando, treinando cada vez mais pessoas para que eu possa executar outras tarefas.

Não mais verei meus bens como algo que atrapalha minha dedicação a Deus, mas como oportunidade de servi-lo com alegria e mordomia.

Minha vitória não está em sempre ir pelo caminho certo, mas em me dispor a nunca deixar de buscá-lo, toda liderança requer atenção, dedicação, oração e vida com Deus, estamos cuidando do corpo de Cristo, das almas e foi Jesus quem morreu por elas, portanto, elas são d’Ele, dê o seu melhor e se cuide para não cair nas armadilhas do erro e de planos que não são os de Deus para sua vida.

Líder você está disposto?

Por Josué Gonçalves

Liderar é uma arte e para isso o líder tem que estar disposto a renunciar às suas vontades, muitas vezes, para atingir o propósito estabelecido por Deus.   Mesmo não sendo fácil vamos analisar 7 erros que um líder não pode cometer. Isso vai ajudar nesta reflexão tão importante.

Vamos aos erros que não devem ser cometidos:

1) PERMITIR QUE OS APLAUSOS DO SUCESSO O IMPEÇAM DE CONTINUAR OUVINDO A VOZ DE DEUS. (Ap 3.14-22)

Quando o líder perde a sensibilidade para ouvir a voz de Deus, a tendência é se tornar um “profissional do púlpito” disfarçando uma espiritualidade e santidade que não tem, porque o orgulho provocou essa surdez no líder da igreja de Laodicéia (Ap 3). O orgulho é como uma infecção no ouvido do coração.

2) DEIXAR DE PRESTAR CONTAS (Hb 13.17).

Nada é mais perigoso do que viver sem ser supervisionado. Uma vida não supervisionada não é vivida com responsabilidade, portanto, a prestação de contas protege a integridade do líder. Líderes que prestam contas, vivem de forma responsável diante de Deus e dos homens.

3) PENSAR QUE A VIDA É FEITA SÓ DE TRABALHO (Mc 6.31).

O ativismo é um mau aplacador de consciência. Lembre-se, uma mente cansada não produz com qualidade e se torna vulnerável diante dos ataques do maligno. A principal causa do excesso de trabalho do líder, é a falta de limites. Quem nunca diz “não”,  entrega o controle de sua vida nas mãos dos outros, paga dívida que não fez além de se tornar um escravo da sua insensatez. O líder não deve sacrificar o importante no lugar do urgente. Tire férias, respeite o princípio da “pausa”, do “sábado”.

4) QUERER LIDERAR OS OUTROS SEM SER LÍDER DE SI MESMO (1 Tm 4.16).

O apóstolo Paulo disse a Timóteo, “Tem cuidado de si mesmo…”. Antes de liderar os outros, o líder deve ser líder de si mesmo, e isto tem a ver com domínio próprio sobre os impulsos, desejos, temperamento, emoções etc. Nenhum homem é livre se não aprendeu a governar a si mesmo.

5) PENSAR QUE É POSSÍVEL FLERTAR COM O PECADO E SAIR ILESO (2 Tm 2.22).

Sansão brincou de se deixar amarrar e amarrado ficou. Todos os líderes que conheço que brincaram com o pecado, saíram manchados, queimados, empobrecidos e vencidos. Gosto da frase do meu amigo Pastor Altamir: “Quem não quer perder para o pecado, não deve subir no ringue para competir com ele. “Lembre-se, o pecado sempre o levará para mais longe do que você imagina, cobrará um preço mais alto do que você está disposto a pagar. Não flerte com o pecado.

6) PASTOREAR A IGREJA E NÃO PASTOREAR A FAMÍLIA (1 Tm 3.12)

A liderança de um pastor é aprovada ou reprovada dentro da sua própria casa. O apóstolo Paulo foi radical quanto a isso quando disse, o homem chamado e vocacionado precisa governar bem a sua própria casa para estar apto a dirigir a casa de Deus (1 Tm 3). Sem uma família estruturada, qualquer pastor tem sua liderança questionada.

7) NÃO LEVAR A SÉRIO O PRINCÍPIO DA HONRA (Ef 6.1,2).

A mesma honra que a Bíblia exige dos filhos em relação aos pais, é exigida na relação dos liderados e líderes. O que produz a semente da honra? Longevidade e prosperidade. Deus não tem prazer na vida de um líder que não pratica o princípio da honra. Quem planta desonra, colhe vergonha.

 

 

Quem não serve, não serve…

Você já parou para pensar como o mundo seria melhor se todos os seres humanos vivessem para servir uns aos outros?

Costumo dizer nas minhas palestras: “Quem não serve, não serve…” Não serve para ser marido, nem esposa, nem pai, nem genro ou nora, nem sogro ou sogra, nem amigo ou irmão.

O próprio Jesus, disse: “Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. Toda esposa espera ter ao seu lado um marido que “ama servindo”.

O que poderia acontecer no casamento, se o marido e a mulher acordasse todos os dias perguntando para si mesmo: “Em que eu posso servir ele(a) hoje para que o nosso casamento seja ainda melhor?”

Quando servimos o próximo, estamos cumprindo a lei do amor.

Amar é doar tempo se preocupando com as necessidades do outro. Amor que não se traduz em serviço, é como a fé sem as obras, é morta.

O verdadeiro amor se manifesta através da disposição para servir.

Vivendo para servir:

  • Servir é dar sentido à vida;
  • Servir é reconhecer o valor do outro;
  • Servir é semear amor;
  • Servir é viver para glorificar ao Senhor!;

Um canal da graça do Eterno; Um Facilitador a serviço do amor; Um instrumento na orquestra da generosidade, Um filho com quem Deus pode contar.

Quem serve, cumpre o propósito essencial da vida!