Quais as características de um discípulo?

Ser discípulo é querer crescer, somente aquele que descobre a alegria e o excitamento de crescer está preparado para liderar o povo de Deus. Crescer é estar aberto a novos lugares, novas experiências e novos desafios. Ser um discípulo significa muitas vezes ficar sozinho, ter uma pequena fé, sentir medo ou dúvidas, mesmo assim seguir em frente sem desistir apesar do medo.

Você já passou por alguma dessas fases?

É ter fraquezas, sabendo que nelas o poder de Deus aperfeiçoa-se, ser livre, mas tornar-se escravo de todos, aprender a servir e amar o próximo como a você mesmo.

É viver numa fronteira, numa corda bamba, andando por um fio, entre a vitória e a derrota, entre o sucesso e a queda.

Viver uma criativa tensão entre fé e medo, entre crer e não crer,  muitas vezes dizer: “Se possível passa de mim este cálice”.

Qual deve ser a atitude do discípulo durante as crises?

É na crise que surgem nossos velhos fantasmas e problemas, entretanto, Deus faz nascer novas oportunidades e nos revela passos para adiante, fazendo com que vivamos no presente Seu futuro reino, é trazer o que não existe para o agora e para o já!

É ter um estilo de vida tal, que uns respeitam, outros critiquem e muitos outros querem imitar.

Ser um discípulo é viver com um Deus criativo, que cada dia faz acontecer algo novo, de tal modo que nos é impossível relatar todas as nossas experiências.

É ter a experiência do ontem, mas viver um novo e pleno hoje.

Na presença de Deus existe dinâmica e alegria. Deus é Deus da aventura e do excitamento.

Rotina não existe no dicionário de Deus. Seja discípulo!

O líder e seus compromissos ministeriais

O líder é alguém que foi instituído por Deus para realizar as tarefas de acordo com seu chamado, muito observado , passa por situações adversas no decorrer do seu ministério.

Veja alguns compromissos assumidos pela pessoa quando se torna um líder:

Fazer o possível, procurando sempre me lembrar, pedindo a amigos, esposa e, em oração, de que prazer, poder, popularidade e posses são ferramentas que me foram graciosamente concedidas pelo Senhor, ficar atento para a essência, para o conteúdo que alimenta o povo de Deus, ciente de que não existe diferença, senão nas ferramentas que cada um maneja e em suas funções.

Nem me sentir superior, nem o contrário, o poder e a liderança são ferramentas para servir, portanto não devo achar que a obra e os membros são meus, mas dispor-me a servi-los e ao Senhor.

Além do serviço ministerial é necessário ter uma vida com Deus

Lembrar-me sempre de que, ainda que seja um seminarista, um líder, um clérigo, estou sujeito a não buscar uma vida de intimidade com Deus, substituindo a obra de Deus pelo Deus da obra.

Preciso resistir às pressões da sociedade, igreja e família e concentrar-me na essência do cristianismo, Cristo.

Procurar manter a mente alinhada com os padrões de Deus, para ser exemplo, referência, modelo do rebanho, de tal modo a ter influência positiva sobre os demais, mantendo sempre a postura da criança que deseja aprender.

Ser coerente com minha filosofia de ministério: pronto para aprender; pronto a repartir, pronto para servir; atento às oportunidades.

Sensível a família, dando prioridade ao chamado, preciso buscar prazer e satisfação naquilo que é nobre, procurando gostar do que Deus gosta. Isto é muito prazeroso, preciso exercer a liderança sem visar minha promoção, ou fama.

Sem buscar elogios de homens, mas esforçando-me por ver os planos de Deus sendo realizados e capacitando, treinando cada vez mais pessoas para que eu possa executar outras tarefas.

Não mais verei meus bens como algo que atrapalha minha dedicação a Deus, mas como oportunidade de servi-lo com alegria e mordomia.

Minha vitória não está em sempre ir pelo caminho certo, mas em me dispor a nunca deixar de buscá-lo, toda liderança requer atenção, dedicação, oração e vida com Deus, estamos cuidando do corpo de Cristo, das almas e foi Jesus quem morreu por elas, portanto, elas são d’Ele, dê o seu melhor e se cuide para não cair nas armadilhas do erro e de planos que não são os de Deus para sua vida.

 

Igreja VIVA como identificar?

Manter uma igreja viva nem sempre é uma tarefa comum e simplória, uma das passagens mais dramáticas da Bíblia é Isaías 1:10-20, onde o profeta repreende a Igreja do Antigo Testamento, chamando seus líderes de príncipes de Sodoma e Gomorra, cidades famosas pela devassidão e iniquidade.

O povo de Deus, a igreja antiga havia se corrompido ao ponto de Deus não mais ter qualquer prazer em receber o culto e a adoração dele.

Infelizmente, esse quadro de decadência e corrupção da Igreja de Deus neste mundo se repetiu por muitas vezes através da história.

Nestes períodos o povo de Deus esfria em sua fé, endurece o coração, persevera no pecado e serve de péssimo testemunho ao mundo.

Nosso dever como Igreja e cristãos individuais é evitar que a decadência espiritual entre em nossas vidas.

Existem 4 coisas que podemos fazer para evitar o declínio espiritual da Igreja, com a graça de Deus:

1- Tratar o pecado com seriedade.

Nada destrói mais depressa a vida espiritual de uma comunidade do que permitir que os pecados dos seus membros permaneçam sem ser tratados como deveriam.

Lemos na Bíblia que quando Acã desobedeceu a Deus, toda a comunidade sofreu as consequências.

Nossos pecados não são problema: mas os nossos pecados ocultos, escondidos, não confessados, arrependidos, se constituem um tropeço espiritual, que entristece o Espírito de Deus, e acaba se espalhando pela Igreja e envenenando os bons costumes e a fé.

2- Zelar pela sã doutrina.

A verdade salva e edifica a Igreja, mas a mentira é a sua ruína.

 O erro religioso envenena as almas e desvia o povo dos retos caminhos de Deus.

O Senhor Jesus criticou severamente a Igreja de Pérgamo por ser demasiadamente tolerante para com os falsos mestres que infestavam a comunidade com falsos ensinos (Apocalipse 2.14-15).

Da mesma forma, repreendeu a Igreja de Tiatira por tolerar uma mulher chamada Jezabel, que se chamava profetisa, e que ensinava os membros da Igreja a praticar a imoralidade (Apocalipse 2:20).

Devemos ser pacientes e tolerantes, mas nunca ao preço de comprometermos o ensino claro do Evangelho.

3- Andar perto do Senhor da Igreja.

É Deus quem nos mantém firmes e puros. A Bíblia diz que se nós nos achegarmos a Deus, ele se achegará a nós.

A Bíblia também nos ensina que Deus estabeleceu os meios pelos quais podemos estar em contínua comunhão com Ele.

Estes meios são: os cultos públicos, as orações e devoções em particular, a leitura e a meditação nas Escrituras, a participação regular na Ceia do Senhor.

Cristãos que deixam de usar estes meios acabam por decair espiritualmente, como uma brasa que é afastada da fogueira e logo perde seu calor.

A negligência destes meios de graça abre a porta para a acelerada decadência espiritual e moral de uma Igreja.

4- Estar aberta para reformar-se.

O lema das Igrejas que nasceram da Reforma foi “Ecclesia Reformata Semper Reformanda” ou seja, a Igreja deve sempre estar aberta para ser corrigida por Deus, arrepender-se de seus pecados e reformar-se em conformidade com o ensino das Escrituras.

Nas cartas que mandou às igrejas da Ásia Menor através do apóstolo João, o Senhor Jesus determinou às que estavam erradas  que se arrependessem e retornassem aos retos caminhos de Deus (Ap 2.5,16,21; 3.3,19).

Elas precisavam ser reformadas e mudar o que estava errado, se arrepender.

Existe grande perigo para uma igreja quando ela se fecha em si mesma, e deixa de ouvir a voz do seu Senhor, que deseja corrigi-la e trazê-la de volta aos caminhos do Evangelho.

Estas medidas devem também ser aplicadas a nós, individualmente.

Deveríamos procurar evitar a decadência espiritual da nossa prática religiosa, mantendo acesa a chama da fé pela frequência regular aos cultos, pela leitura diária da Bíblia, por uma vida de oração e comunhão com outros irmãos.

Infelizmente, por negligenciar  sua vida espiritual, muitos cristãos estão contribuindo para enfraquecer o testemunho das igrejas evangélicas no mundo.

Queira nosso Deus dar-nos força e vigor para mantermos a nós e à nossa igreja sempre vivos espiritualmente.

 

O líder e seus compromissos ministeriais

O líder é alguém que foi instituído por Deus para realizar as tarefas de acordo com seu chamado, muito observado, passa por situações adversas no decorrer do seu ministério.

Veja alguns compromissos assumidos pela pessoa quando se torna um líder:

Fazer o possível, procurando sempre me lembrar, pedindo a amigos, esposa e, em oração, de que prazer, poder, popularidade e posses são ferramentas que me foram graciosamente concedidas pelo Senhor, ficar atento para a essência, para o conteúdo que alimenta o povo de Deus, ciente de que não existe diferença, senão nas ferramentas que cada um maneja  em suas funções. Nem me sentir superior, nem o contrário, o poder e a liderança são ferramentas para servir, portanto, não devo achar que a obra e os membros são meus, mas dispor-me a servi-los e ao Senhor.

Além do serviço ministerial é necessário ter uma vida com Deus

Lembrar-me sempre de que, ainda que seja um seminarista, um líder, um clérigo, estou sujeito a não buscar uma vida de intimidade com Deus, substituindo a obra de Deus pelo Deus da obra.

Preciso resistir às pressões da sociedade, igreja e família e concentrar-me na essência do cristianismo, Cristo.

Procurar manter a mente alinhada com os padrões de Deus, para ser exemplo, referência, modelo do rebanho, de tal modo a ter influência positiva sobre os demais, mantendo sempre a postura da criança que deseja aprender.

Ser coerente com minha filosofia de ministério: pronto para aprender; pronto a repartir, pronto para servir; atento às oportunidades.

Sensível a família, dando prioridade ao chamado, preciso buscar prazer e satisfação naquilo que é nobre, procurando gostar do que Deus gosta. Isto é muito prazeroso, preciso exercer a liderança sem visar minha promoção, ou fama. Sem buscar elogios de homens, mas esforçando-me por ver os planos de Deus sendo realizados e capacitando, treinando cada vez mais pessoas para que eu possa executar outras tarefas.

Não mais verei meus bens como algo que atrapalha minha dedicação a Deus, mas como oportunidade de servi-lo com alegria e mordomia.

Minha vitória não está em sempre ir pelo caminho certo, mas em me dispor a nunca deixar de buscá-lo, toda liderança requer atenção, dedicação, oração e vida com Deus, estamos cuidando do corpo de Cristo, das almas e foi Jesus quem morreu por elas, portanto, elas são d’Ele, dê o seu melhor e se cuide para não cair nas armadilhas do erro e de planos que não são os de Deus para sua vida.