A educação dos filhos deve ser responsiva

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás… Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar, próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria.

Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças, elas não respondiam, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.

Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas… Essas então funcionavam na hora. Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma. O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais. Será?

Você sabe educar seus filhos?

No dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto, entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

Hoje, 60% das mulheres trabalha fora, chefes e mães de família fazem cursos, frequentam academia, viajam a trabalho, tem inúmeras atividades e dedicam tempo à igreja. Não é pra menos que estejam estressadas, mas  pouco tempo, energia e equilíbrio emocional sobra para educar os filhos.

Tenho dito que criar filhos não é difícil, mas é muito trabalhoso. A receita não é complicada, entretanto, requer disponibilidade para executá-la.

É preciso investir bastante tempo, é preciso estar com eles em momentos que serão preciosos para admoestar, colocar no colo, consolar, beijar, enxugar lágrimas (estes, independente da idade que tenham), acompanhar as lições de casa, brincar, colocar para dormir, contar histórias, ensinar tarefas domésticas, ensinar a orar, ensinar a falar com os adultos, se comportar, usar e economizar o dinheiro, usar a disciplina que funciona com cada um dos filhos, por limites no tempo da TV, da internet, da brincadeira na rua ou no playground, na alimentação e nas respostas afiadas, conversar sobre honestidade, amizades, sexo, namoro, proteção pessoal, etc.

Se não forem os pais, quem poderá suprir as inúmeras necessidades físicas, emocionais, espirituais, religiosas e educacionais que as crianças precisam?

Um dos erros mais tolos e prejudiciais na educação dos filhos está em prometer e não cumprir. Se dez vezes os pais prometem dar uma palmada ou colocar de castigo ou proibir algo que gostem ou fazer qualquer outra ameaça, ou até mesmo prometer um brinquedo ou um passeio e não cumprir ficarão desacreditados.

Qual o filho que vai escutar e obedecer pais que prometem e não cumprem, falam e nada fazem?

O pior que essas “lições” aprendidas na infância permanecem. Crianças assim crescerão com problemas de respeitar os limites das drogas, do sexo ilícito, das ordens do chefe, enfim, os limites que a vida naturalmente nos impõe. Nem autoritarismo, nem ausência de autoridade.

Doses equilibradas de afeto e atenção, disciplina e limites estaria de bom tamanho. Seria a verdadeira manifestação de amor por nossas crianças.

 

 

Você é sábio com seus filhos?

Educar um filho requer muita sabedoria, e para isso precisamos ter uma direção na qual seguir e dar o melhor de si, a grande fonte para se ter um entendimento adequado é a Bíblia, porém essa tarefa é árdua e permanente, entretanto, existem algumas posturas de pais que alguns filhos não gostariam de ter.

Vejamos a seguir 3 tipos de personalidades que podem afetar o relacionamento paterno.

 

1- Pais ausentes –

A falta da relação afetivo/corporal entre pais e filhos é o primeiro passo para o estabelecimento de um comportamento agressivo, pais distantes, que têm pouco ou nenhum contato afetuoso, podem desenvolver em seus filhos uma relação de afastamento com a figura de “poder”, gerando em seus filhos uma relação de amor e ódio muito forte.

Esta relação amor/ódio é um dos principais fatores do comportamento agressivo, neste caso, o amor é dirigido a “objetos”, ou melhor, a “posses” materiais, e o “ódio”, a quem “tem” (materialmente ou hierarquicamente) essas “posses”. 

Quanto mais TENHO, mais EXISTO, acontece que, na maioria dos casos, estas crianças, por falhas em sua formação, têm dificuldades em investir DE SI para OBTER ou ATINGIR algum objetivo, assim, podem partir para comportamento SOCIOPÁTICOS na vida adolescente e, ou, adulta.

É uma porta para o uso de DROGAS (criar um mundo artificial).

2- Pais superprotetores 

São aqueles pais extremamente presentes, que superprotegem e inibem a liberdade de expressão dos filhos, podem gerar a “IDÉIA” de que eles são “INATINGÍVEIS”, são o “CENTRO DO MUNDO”.

Este “EGOCENTRISMO” gera quase sempre um comportamento agressivo contra figuras hierarquicamente superiores, pois é difícil seguir ou obedecer regulamentos. Eles “ME IMPEDEM OU DIFICULTAM” fazer “O QUE QUERO, DA FORMA QUE QUERO, NA HORA QUE QUERO”.

3-  Pais um pouco severos –

Pais que usam bater como “FORMA PEDAGÓGICA”, ou que agridem para impor “RESPEITO”, podem estar gerando uma repetição “AMPLIADA” deste comportamento nos filhos.

“Aquilo que quero consigo sempre, nem que for preciso usar da minha força, da agressividade, ou de qualquer forma que eu consiga me impor, tudo que é contrário aos meus interesses ou à minha ideologia tem que ser destruído pois está errado”.

O filho espera que o pai seja um alicerce onde possa se refugiar, ser amado, ser corrigido e direcionado, nenhum ser humano vem com um manual, mas se seguirmos os princípios bíblicos teremos êxito na grande missão que é administrar uma família e ser pai.

Como você tem educado seus filhos?

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás… Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar, próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria.

Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças, elas não respondiam, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.

Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas… Essas então funcionavam na hora. Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma. O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais. Será?

Você sabe educar seus filhos?


No dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto, entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

Hoje, 60% das mulheres trabalha fora, chefes e mães de família fazem cursos, frequentam academia, viajam a trabalho, tem inúmeras atividades e dedicam tempo à igreja. Não é pra menos que estejam estressadas, mas  pouco tempo, energia e equilíbrio emocional sobra para educar os filhos.

Tenho dito que criar filhos não é difícil, mas é muito trabalhoso. A receita não é complicada, entretanto, requer disponibilidade para executá-la. 

É preciso investir bastante tempo, é preciso estar com eles em momentos que serão preciosos para admoestar, colocar no colo, consolar, beijar, enxugar lágrimas (estes, independente da idade que tenham), acompanhar as lições de casa, brincar, colocar para dormir, contar histórias, ensinar tarefas domésticas, ensinar a orar, ensinar a falar com os adultos, se comportar, usar e economizar o dinheiro, usar a disciplina que funciona com cada um dos filhos, por limites no tempo da TV, da internet, da brincadeira na rua ou no playground, na alimentação e nas respostas afiadas, conversar sobre honestidade, amizades, sexo, namoro, proteção pessoal, etc.



Se não forem os pais, quem poderá suprir as inúmeras necessidades físicas, emocionais, espirituais, religiosas e educacionais que as crianças precisam?

Um dos erros mais tolos e prejudiciais na educação dos filhos está em prometer e não cumprir. Se dez vezes os pais prometem dar uma palmada ou colocar de castigo ou proibir algo que gostem ou fazer qualquer outra ameaça, ou até mesmo prometer um brinquedo ou um passeio e não cumprir ficarão desacreditados.

Qual o filho que vai escutar e obedecer pais que prometem e não cumprem, falam e nada fazem?

O pior que essas “lições” aprendidas na infância permanecem. Crianças assim crescerão com problemas de respeitar os limites das drogas, do sexo ilícito, das ordens do chefe, enfim, os limites que a vida naturalmente nos impõe. Nem autoritarismo, nem ausência de autoridade. 


Doses equilibradas de afeto e atenção, disciplina e limites estaria de bom tamanho. Seria a verdadeira manifestação de amor por nossas crianças.