É importante ser ou ter um pai professor?

O professor mais importante no mundo não ganha nenhum salário, nunca se aposenta, e jamais entraria em greve. A Palavra de Deus nos ensina que o todo pai é, acima de tudo, um professor que educa seus filhos nos caminhos sábios. Na Bíblia, o livro de Provérbios oferece conselhos práticos sobre o que o pai sábio deve ensinar aos seus filhos.

Há pelo menos 10 “matérias” no que chamo  o “currículo bíblico do lar”.  Enquanto nossos pensamentos e parabéns se voltam para os pais a cada ano em Agosto, seria bom considerarmos  o conselho da Palavra de Deus sobre o “pai professor”.

Ouvir e obedecer a instrução dos pais (Pv. 1:8,9  4:1-6  6:20) 

Esta primeira matéria alicerça o resto do currículo do lar. O pai sábio ganha os ouvidos do seu filho, para poder transmitir-lhe  outros ensinos essenciais. Provérbios enfatiza essa matéria mais de qualquer outra, mas, como ganhar os ouvidos dos nossos filhos?

Gastar tempo juntos, brincando, trabalhando, conversando, qualidade e quantidade de tempo são importantes, começar cedo com disciplina firme e afirmações de amor, insistir em obediência imediata, e não depois do sétimo brado! Aprender ouvir  quando seu filho tem algo para falar!

Valorizar a Palavra de Deus (Pv. 4:20-23, 7:1-5)

O pai sábio reconhece a importância de gravar a Palavra na mente do seu filho cedo, como proteção contra perigos futuros. Esta valorização pode ser feita de várias maneiras: frequência em cultos onde a Palavra de Deus é ensinada; pequenos períodos de leitura bíblica como família;  concursos de memorização entre membros da família; frequência em classes religiosas na escola, Escola Bíblica Dominical, Escola Bíblica de Férias,

Resistir aos maus companheiros (Pv. 3:31,32  4:14,15, 26,27)

O perigo de cair nas mãos de companheiros ruins é grande. Provérbios diz que devemos evitar o homem violento (16:29), bravo (22:24,25), indisciplinado (23:20,21, 28:7), perverso (23:17) e rebelde (24:21).  O pai esperto ensina o filho que “quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau” (13:20).  Algumas ideias práticas deste princípio incluem:  conhecer bem os amigos dos seus filhos, abrir sua casa como o “playground” da vizinhança, tomar cuidado com os heróis da mídia que seus filhos “adoram”, mostrar na vida real as consequências de ter maus companheiros.

Resistir pessoas imorais (Pv. 7:6-27)

Educação sexual começa no lar.  O pai chega antes dos amiguinhos e explica os “fatos de vida”.  Em Provérbios, o pai adverte contra os perigos da sensualidade em não menos de seis passagens.  Sugerimos que os pais: falem com seus filhos sobre sexualidade, ensinem a importância de fugir da imoralidade, usem discrição no entretenimento, especialmente TV, vídeos e música, mostrem as consequências da promiscuidade na vida real, avaliem as matérias escolares à luz da Palavra de Deus.

Confiar no Senhor (Pv. 3:1-8)

O filho aprende como confiar no Senhor pelo exemplo dos  pais que oram juntos sobre necessidades, e contam as respostas para seus filhos não reclamam sobre seu “azar”, mas dão graças a Deus em tudo, contam aos filhos as histórias da provisão de Deus em suas vidas.

A melhor maneira de educar uma criança é sendo exemplo e mesmo assim seremos falhos, teremos ajustes, e passaremos por situações indesejadas, mas só de termos o desejo de sermos melhores e colocar em prática os princípios bíblicos dentro de casa já é um grande começo para marcar a vida do seu filho.

A educação dos filhos deve ser responsiva

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás… Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar, próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria.

Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças, elas não respondiam, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.

Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas… Essas então funcionavam na hora. Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma. O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais. Será?

Você sabe educar seus filhos?

No dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto, entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

Hoje, 60% das mulheres trabalha fora, chefes e mães de família fazem cursos, frequentam academia, viajam a trabalho, tem inúmeras atividades e dedicam tempo à igreja. Não é pra menos que estejam estressadas, mas  pouco tempo, energia e equilíbrio emocional sobra para educar os filhos.

Tenho dito que criar filhos não é difícil, mas é muito trabalhoso. A receita não é complicada, entretanto, requer disponibilidade para executá-la.

É preciso investir bastante tempo, é preciso estar com eles em momentos que serão preciosos para admoestar, colocar no colo, consolar, beijar, enxugar lágrimas (estes, independente da idade que tenham), acompanhar as lições de casa, brincar, colocar para dormir, contar histórias, ensinar tarefas domésticas, ensinar a orar, ensinar a falar com os adultos, se comportar, usar e economizar o dinheiro, usar a disciplina que funciona com cada um dos filhos, por limites no tempo da TV, da internet, da brincadeira na rua ou no playground, na alimentação e nas respostas afiadas, conversar sobre honestidade, amizades, sexo, namoro, proteção pessoal, etc.

Se não forem os pais, quem poderá suprir as inúmeras necessidades físicas, emocionais, espirituais, religiosas e educacionais que as crianças precisam?

Um dos erros mais tolos e prejudiciais na educação dos filhos está em prometer e não cumprir. Se dez vezes os pais prometem dar uma palmada ou colocar de castigo ou proibir algo que gostem ou fazer qualquer outra ameaça, ou até mesmo prometer um brinquedo ou um passeio e não cumprir ficarão desacreditados.

Qual o filho que vai escutar e obedecer pais que prometem e não cumprem, falam e nada fazem?

O pior que essas “lições” aprendidas na infância permanecem. Crianças assim crescerão com problemas de respeitar os limites das drogas, do sexo ilícito, das ordens do chefe, enfim, os limites que a vida naturalmente nos impõe. Nem autoritarismo, nem ausência de autoridade.

Doses equilibradas de afeto e atenção, disciplina e limites estaria de bom tamanho. Seria a verdadeira manifestação de amor por nossas crianças.

 

 

Como as crianças definem o amor?

Por: Silmar Coelho

  Um grupo de profissionais fez uma pesquisa sobre o que significa amar para um grupo de crianças de 4 a 8 anos. Eric Wiggin anotou algumas das respostas. Elas foram muito mais surpreendentes, profundas e sábias do que os pesquisadores poderiam imaginar.

 

Veja alguns depoimentos:


Quando vovó ficou com artrite, ela não mais podia se abaixar para cortar as unhas e lixar seus calcanhares. Assim, meu avô passou a cortar suas unhas e lixar os seus calcanhares toda semana, mesmo quando suas mãos doíam por causa da sua própria artrite. Isto é amor.
Rebecca – 8 anos

Amar é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca colônia de barba, e eles vão passear no parque para ficar cheirando um ao outro.
Billy – 4 anos

Amar é quando você vai comer em um restaurante e dá a quem está com você, a maior parte das suas batatas fritas, sem pedir nenhuma das dela.
Karl – 5 anos

Amar é o que faz você sorrir quando está cansado.
Terri – 4 anos

 

O amor pode transformar o mundo…
Quando jovem eu queria transformar o mundo. Eu desejava ser tão importante que todas as pessoas conheceriam meu nome.

Talvez quando eu chegar ao fim da minha vida eu me dê conta de que não consegui meu intento.

Mas não preciso chegar ao fim da minha vida para fazer a minha mais importante descoberta; percebi o quanto tenho sido feliz, eu amo alguém, mudei a sua vida e ela mudou a minha, e esta descoberta é essencial e fez minha vida valer a pena.

Se você amar e for amado, sua vida já fez uma enorme diferença, a
s pessoas morrem, mas o amor nunca morre, meu amor será repassado de uma vida para outra, para o coração dos meus filhos que, por sua vez, o passarão para os meus netos.

 

Pessoas serão tocadas pelo amor com que amei meus filhos.

Daqui a décadas, mesmo depois da minha morte, meus netos serão tocados pela minha memória, como meus filhos são tocados pelas memórias de meu pai quando lhes conto histórias que nos fazem chorar e rir. Memórias do amor que demos e que recebemos. Essas memórias não nascem da dor, mas da esperança no futuro.

 

Você quer alcançar sucesso e fazer uma diferença nesse mundo, deixando uma marca que será lembrada para sempre?

 Deixamos uma marca no mundo, não por causa das nossas conquistas, mas porque fomos amados por Deus e pelas pessoas que vivem à nossa volta e amamos de volta. O amor pode não nos proteger da dor, morte e frustrações, mas ele fará com que as dificuldades sejam mais suportáveis, o que já é suficiente o bastante para nos capacitar a continuar a jornada.

O abismo que separa a vida de quem ama e é amado, daquele que vive sem amar e ser amado é imenso. Entre eles está a felicidade ou o desespero, a vida ou a morte, o céu ou o inferno. A escolha é sua!

Você é sábio com seus filhos?

Educar um filho requer muita sabedoria, e para isso precisamos ter uma direção na qual seguir e dar o melhor de si, a grande fonte para se ter um entendimento adequado é a Bíblia, porém essa tarefa é árdua e permanente, entretanto, existem algumas posturas de pais que alguns filhos não gostariam de ter.

Vejamos a seguir 3 tipos de personalidades que podem afetar o relacionamento paterno.

 

1- Pais ausentes –

A falta da relação afetivo/corporal entre pais e filhos é o primeiro passo para o estabelecimento de um comportamento agressivo, pais distantes, que têm pouco ou nenhum contato afetuoso, podem desenvolver em seus filhos uma relação de afastamento com a figura de “poder”, gerando em seus filhos uma relação de amor e ódio muito forte.

Esta relação amor/ódio é um dos principais fatores do comportamento agressivo, neste caso, o amor é dirigido a “objetos”, ou melhor, a “posses” materiais, e o “ódio”, a quem “tem” (materialmente ou hierarquicamente) essas “posses”. 

Quanto mais TENHO, mais EXISTO, acontece que, na maioria dos casos, estas crianças, por falhas em sua formação, têm dificuldades em investir DE SI para OBTER ou ATINGIR algum objetivo, assim, podem partir para comportamento SOCIOPÁTICOS na vida adolescente e, ou, adulta.

É uma porta para o uso de DROGAS (criar um mundo artificial).

2- Pais superprotetores 

São aqueles pais extremamente presentes, que superprotegem e inibem a liberdade de expressão dos filhos, podem gerar a “IDÉIA” de que eles são “INATINGÍVEIS”, são o “CENTRO DO MUNDO”.

Este “EGOCENTRISMO” gera quase sempre um comportamento agressivo contra figuras hierarquicamente superiores, pois é difícil seguir ou obedecer regulamentos. Eles “ME IMPEDEM OU DIFICULTAM” fazer “O QUE QUERO, DA FORMA QUE QUERO, NA HORA QUE QUERO”.

3-  Pais um pouco severos –

Pais que usam bater como “FORMA PEDAGÓGICA”, ou que agridem para impor “RESPEITO”, podem estar gerando uma repetição “AMPLIADA” deste comportamento nos filhos.

“Aquilo que quero consigo sempre, nem que for preciso usar da minha força, da agressividade, ou de qualquer forma que eu consiga me impor, tudo que é contrário aos meus interesses ou à minha ideologia tem que ser destruído pois está errado”.

O filho espera que o pai seja um alicerce onde possa se refugiar, ser amado, ser corrigido e direcionado, nenhum ser humano vem com um manual, mas se seguirmos os princípios bíblicos teremos êxito na grande missão que é administrar uma família e ser pai.

Como você tem educado seus filhos?

Não é nada raro presenciar cenas como a que vimos alguns dias atrás… Era sábado à noite e saímos nós dois para jantar, próximo de onde nos sentamos, algumas crianças pequenas começaram a brincar. Elas subiam e desciam, gritavam e se agitavam, como qualquer criança cheia de saúde e alegria.

Não sei quantas vezes ouvi pai e mãe chamando as crianças, elas não respondiam, mandavam que sentassem e prometiam alguma disciplina que em nenhum momento os vi colocar em prática.

Houve um tempo em que um olhar bastava, um ou dois nãos e algumas chineladas… Essas então funcionavam na hora. Agora, dez nãos, alguns tapas e olhares de reprovação, esses então, não fazem diferença alguma. O problema são as crianças de hoje, dizem muitos. Elas já nascem espertas demais, já não obedecem, não escutam a gente, dizem os pais. Será?

Você sabe educar seus filhos?


No dia das crianças milhares de pais irão presentear seus filhos, levá-los para passear e fazer o que eles quiserem. Ótimo, crianças precisam disto, entretanto, temo que muitos destes presentes e mimos sejam apenas formas de amenizar culpas e compensar a ausência e até gastar um dinheiro que talvez nem tenham.

Hoje, 60% das mulheres trabalha fora, chefes e mães de família fazem cursos, frequentam academia, viajam a trabalho, tem inúmeras atividades e dedicam tempo à igreja. Não é pra menos que estejam estressadas, mas  pouco tempo, energia e equilíbrio emocional sobra para educar os filhos.

Tenho dito que criar filhos não é difícil, mas é muito trabalhoso. A receita não é complicada, entretanto, requer disponibilidade para executá-la. 

É preciso investir bastante tempo, é preciso estar com eles em momentos que serão preciosos para admoestar, colocar no colo, consolar, beijar, enxugar lágrimas (estes, independente da idade que tenham), acompanhar as lições de casa, brincar, colocar para dormir, contar histórias, ensinar tarefas domésticas, ensinar a orar, ensinar a falar com os adultos, se comportar, usar e economizar o dinheiro, usar a disciplina que funciona com cada um dos filhos, por limites no tempo da TV, da internet, da brincadeira na rua ou no playground, na alimentação e nas respostas afiadas, conversar sobre honestidade, amizades, sexo, namoro, proteção pessoal, etc.



Se não forem os pais, quem poderá suprir as inúmeras necessidades físicas, emocionais, espirituais, religiosas e educacionais que as crianças precisam?

Um dos erros mais tolos e prejudiciais na educação dos filhos está em prometer e não cumprir. Se dez vezes os pais prometem dar uma palmada ou colocar de castigo ou proibir algo que gostem ou fazer qualquer outra ameaça, ou até mesmo prometer um brinquedo ou um passeio e não cumprir ficarão desacreditados.

Qual o filho que vai escutar e obedecer pais que prometem e não cumprem, falam e nada fazem?

O pior que essas “lições” aprendidas na infância permanecem. Crianças assim crescerão com problemas de respeitar os limites das drogas, do sexo ilícito, das ordens do chefe, enfim, os limites que a vida naturalmente nos impõe. Nem autoritarismo, nem ausência de autoridade. 


Doses equilibradas de afeto e atenção, disciplina e limites estaria de bom tamanho. Seria a verdadeira manifestação de amor por nossas crianças.