Sexo vai além do prazer. Sexo é entrega, descobrimento, e doação. Sexo que só busca o prazer próprio é egoísta, animal, não nasce do amor. O homem é o único ser vivo que faz sexo olhando nos olhos; todos os outros animais fazem sexo por trás sem olhar para a parceira, apenas para satisfazer o cio. Deus, ao criar o ser humano diferente, confere  um significado novo e superior ao sexo.

Ao falar da vida sexual de Adão, a Bíblia afirma que Adão conheceu a Eva (Gênesis 4.1). Sexo é conhecer o outro, encarar sem medo, culpa ou buscando a satisfação que sexo não dá. Felicidade dura muito mais do que os vinte segundos do clímax sexual.

Não afirmo que a vida sexual deve ser monótona ou vazia de novidades. Tudo o  que um casal faça para melhorar sua autoestima e “apimentar” o relacionamento deve ser bem-vinda, é estar em movimento, é descobrir-se a cada dia, é experimentar o novo, e beber o cálice da vida por inteiro, seja ele amargo ou doce. Na vida sexual acontece o mesmo. O casal deve descobrir novas maneiras de provocar e ser provocado. Não dá para ter uma vida sexual sensacional apenas praticando “papai e mamãe”, onde o homem fica por cima e a mulher sempre por baixo.

Porém, Isso não significa que o casal precisa ser devasso, levando um ao outro a praticar e usar objetos que inibem e produzem culpa. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. Mas, tudo o que for bom para os dois e não para um só, que não agride a consciência de um dos cônjuges e que não obriga o outro a fazer algo que produza culpa é válido e lícito para trazer ainda maior prazer e liberdade à relação.

Uma vida sexual plena não vem apenas com a procura do prazer ou da auto-afirmação a qualquer custo. É fruto de um relacionamento diário onde impera o amor, o respeito, a renúncia, fidelidade e Onde valores como esses são trocados pela fantasia absurda, pela busca do prazer e não de um relacionamento sem mentira, orgulho e egoísmo nunca haverá felicidade sexual.

 

O que fazer quando você se torna um marido solitário?

O isolamento nem sempre é uma tarefa ruim, maridos e mulheres muitas vezes se sentem sozinhos, porém, as vezes é necessário para ter um tempo a sós com Deus, Jesus tinha o hábito de se isolar para orar, principalmente depois que ele passava o dia em meio a multidão, assim fazia para renovar suas forças, muitas  vezes estamos em meio a multidão, e nos sentimos sozinhos.  Muitas vezes viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio, por isso devemos sempre ter em mente que devemos ter momentos de isolamento, mas não viver em isolamento.

Por que o isolamento acontece?

O isolamento acontece mesmo estando entre pessoas tão íntimas como  pai, mãe, filhos, marido e mulher. Diversas forças ativas na sociedade moderna estão separando marido e mulher cada vez mais para longe um do outro, em vez de produzir intimidade e mutualidade:

A sociedade moderna tem passado a ideia de que o casamento é um relacionamento na base de 50/50. Isso é, cada um dá um pouco de si. Mas isso não funciona, na verdade. O padrão cristão é 100/100. No casamento, temos de nos dar inteiramente. O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom. Na prática, quase nunca isso dá certo. Outro fator de isolamento são problemas não superados. Os pesquisadores mostram que cerca de 70% dos casais que passam por experiências traumáticas – como perder um filho num acidente, ou ter um filho gravemente deficiente se separam ou se divorciam.

A grande maioria dos moradores das grandes cidades – mesmo cristãos – raramente conhece seus vizinhos! Todo o moderno sistema de comunicação produzido atualmente pela sociedade tende a eliminar cada vez mais o contato humano: Internet, email, chat, etc.

O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos. Estes cristãos precisam perceber que se não tomarem as providências necessárias e se não tratarem dessa ameaça juntos, acabarão por viver isolados uns dos outros, mesmo debaixo do mesmo teto. Muitos casais casados têm sexo mas não amor. O erro típico que muitos casais cometem é não antecipar que problemas desse tipo podem ocorrer com eles. E quando os problemas surgem, são apanhados desprevenidos.

Vivemos num mundo cheio de problemas. A tentação de muitos, debaixo de pressão, é isolar-se, hibernar como um urso em sua caverna no inverno. Embora essa pareça uma alternativa atraente, é somente com o apoio de amigos que poderemos suportar as misérias desta vida. Fiquei impressionado com o que aconteceu recentemente no Japão, quando três empresários japoneses falidos enforcaram-se juntos no mesmo quarto de hotel. Numa sociedade individualista como a nossa, suicídios não acontecem assim! Mas se os japoneses conseguem ser solidários até na morte, será que não podemos aprender, na vida, a compartilhar nossa existência e experiências com outros?

O que podemos fazer, como cristãos, para vencer o isolamento?

1) Busque maior intimidade com Deus, pela leitura da Bíblia e pela oração diária. Quando nos aproximamos de Deus, podemos melhor nos aproximar dos outros.

2) Planeje gastar tempo com seu cônjuge fazendo coisas que ambos apreciam e se divertem fazendo juntos.

3) As vezes o isolamento foi causado por uma atitude errada sua, com a qual o seu cônjuge ofendeu-se ou magoou-se. É preciso pedir perdão e buscar a reconciliação.

4) Às vezes quando a situação já se tornou muito complicada e difícil, é preciso procurar ajuda espiritual e psicológica. Pastores e psicólogos cristãos são geralmente treinados para oferecer apoio e soluções para casos assim.

Não permita que o isolamento acabe com a alegria do seu casamento. Casados também podem ser felizes, sempre juntos, busque a saída, pois ela existe sim.

Jeremy Glick foi um homem de verdade.  Tudo indica que ele e mais dois passageiros do seu voo de Newark para Los Angeles no dia 11 de Setembro, impediram que
os sequestradores daquele avião causasse um desastre como acontecera em Nova Iorque e Washington.  Numa ligação por telefone celular durante o sequestro, Glick deixou instruções para Lyzbeth sobre como cuidar do resto da vida dela e da sua filhinha de 3 meses.  Explicou que ele e os outros 2 iriam colocar fim ao projeto sinistro, sabendo que iriam morrer, o resto da história só Deus sabe. Jeremy Glick morreu como um homem de verdade.

Enquanto Glick morreu como herói, Deus dá uma tarefa ainda maior para cada homem: não somente morrer pelos seus amados, mas viver por elas.

Nosso mundo define o homem “macho” pelo cigarro que fuma, pelas mulheres que conquistou, pela forma com que resiste às autoridades e afirmam sua “masculinidade”.  Mas Deus tem uma outra definição do varão verdadeiro, o homem de verdade dá sua vida dia após dia pelos outros. Nessa pequena série de estudos sobre “Relacionamentos Saudáveis no Lar Cristão” verificamos o papel da mulher no lar, examinando a pintura que chamamos a “Mona Submissa”.  Hoje entramos na galeria do lar para examinar uma escultura . . . a estátua de um homem verdadeiramente macho que AMA a sua esposa e sua família. Cl 3:19 Homens (maridos) amai as vossas esposas.

Por que Deus deu essa ordem para os homens?

Talvez pela mesma razão que destinou a palavra “submissão” para as mulheres.  Sabia que homens têm uma grande luta na área de autossacrifício e autonegação.  Gênesis 3:16 declarou para a primeira dama, Eva, que um dos resultados da queda seria que “ele (o marido) governará sobre ti”.  Desde então, a tendência masculina tem sido de pisar, esmagar, oprimir e dominar, e não amar sua esposa.
O texto de Colossenses 3:19 descreve, através de contraste, o que o verdadeiro homem faz em relação à sua esposa, e também como não a trata.  Deus, não os produtores de Globo ou Hollywood, define o que é um homem de verdade.  A palavra chave é: amor.

 

Vamos fazer três observações semelhantes ao que dissemos sobre a submissão da mulher.

1)O amor bíblico oferece-se pelo marido, não se exige da esposa.

2)O amor bíblico do marido é uma ordem, não uma opção.

3)O amor bíblico exige uma obra sobrenatural do Espírito Santo, produzindo a vida de Cristo no marido (Efésios 5:18-21).

A escultura do homem que ama necessita  de algumas batidas da talhadeira divina, cada uma esculpindo um pouco mais a masculinidade genuína. Um bom teste para qualquer líder de família seria substituir a palavra “homem” no lugar de “amor” no texto clássico sobre amor bíblico, 1 Coríntios 13.
O homem é paciente, o homem é benigno, o homem não arde em ciúme, o homem não se ufana, não se ensoberbece; o homem não se conduz inconvenientemente; o homem não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; o homem não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; o homem tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Uma bela reflexão sobre esse assunto importantíssimo dentro de qualquer relacionamento, esses princípios e verdades bíblicas são apenas a base para que o relacionamento seja saudável.

A intenção de Deus é que os cristãos tenham uma fragrância característica que   possa ser reconhecida por toda parte, seja no trabalho, em casa, na comunidade ou nos compromissos sociais. As escrituras ensinam que o perfume de Jesus Cristo produz efeitos diferentes em pessoas diferentes, para aqueles que conhecem Cristo ou estão buscando a verdade, Ele é o perfume da vida.

 

Maria nos leva a pensar em um perfume especial

 

Em  2 Coríntios 2.14-15 – Sermos o bom cheiro de Cristo e aquela mulher sabia o que era isso. Ela era o perfume. Cristo era o perfume na vida dela. Sempre há esperança de sermos melhor – de sermos perfumados. Perfume essencial para a vida.

Vamos ler Jó 14:7-9. Ali nos fala de cheiro das águas – Há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova.

 

E quais as características do perfume para as nossas vidas hoje, na família?

 

1) Foi preciso quebrar o frasco – Este perfume, o Nardo puro, era embalado em um frasco inviolável e para utilizá-lo tinha que quebrar o frasco de alabastro. Como uma ampola de injeção. Eram essências. Marcos 14:3-9 diz “quebrando vaso de alabastro” um tipo de mármore – bom para jarros – Se você quer que sua casa “cheire bem” talvez tenha que quebrar o seu orgulho, pegar a toalha de Jesus e a bacia e sair lavando os pés da esposa e dos filhos.

 

2) O nardo era puro – João 12.3 – Perfume sujo, ordinário não serve ninguém quer, fede mais do que cheira. ,

Leia Eclesiastes 10:1 – Uma mosca no perfume estraga tudo. Será que tem alguma mosca pequenina o perfume da sua casa? Não basta sermos da igreja. Somos cheiro de Cristo, mas somos cheiro puro? Puro no falar no agir e no pensar. Bem você diz isso é difícil. Não é fácil de fato, mas se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar de todos os nossos pecados.

 

 

3) O nardo era caro – Queremos dar o melhor para Deus? ou é perfume velho, mal- cheiroso e o mais ordinário e mais barato? Aquela mulher não pensou assim. Era de poucas condições, mas buscou o melhor. Era essa a sua visão.

 

Para o meu JESUS o melhor, o mais caro. Valor uma libra – muito precioso – Judas ficou espantando que podiam dar muitas esmolas com esse dinheiro!!!

 

Quer mudar o cheiro da sua casa? Ter o bom cheiro de Cristo? Só existe um caminho, confissão, arrependimento e mudança. Ter relacionamento com Jesus é fundamental para esse avivamento.

O casamento é a convivência real de duas pessoas independentes e diferentes que se uniram com os mesmos propósitos e ideais, o sucesso do matrimônio, depende de busca do consenso, da boa vontade, do diálogo constante e da tolerância, é o desejo de convivência que impõe responsabilidade, para marido e mulher dentro do matrimônio.

Vejamos os deveres mútuos dentro do casamento:

  1. Fidelidade.

Ser fiel nas múltiplas relações matrimoniais e consolidar a própria base da sociedade, a fidelidade não pode se limitar apenas ao sexo, se não é ilusória e morta, o casal deve ser fiel em tudo o que se relaciona ao matrimônio; convivência social, sexo, educação dos filhos, religião, profissão, finanças, alegrias e tristeza.

  1. Afeição.

O lar deve ser uma central terapêutica de amor, o amor pode crescer ou definhar, depende dos dois, preste atenção, o amor é como um jardim, se você não cultiva, se você não rega, se você não cuida ele morre, o amor é como uma fogueira acessa, a um versículo em provérbios que diz “Sem lenha o fogo se apaga” por isso o amor precisa ser nutrido, alimentado.

  1. Cooperação

Você sabe o que significa cooperar? Significa operar junto. Cooperação é o terceiro pilar significativo para o bom funcionamento da relação de casal. O cônjuge sozinho não pode garantir o bom funcionamento do matrimônio, nenhum outro relacionamento deve separar o casal, mas sim unir, isso tem haver com igreja, amigos, família de origem e outros relacionamentos. Você sabe quais são as duas palavras mais poderosas na vida do casal? Alguns falariam: amor e respeito? Não! Perdão e misericórdia também não. As duas palavras mais poderosas na vida de um casal é conta comigo, isso tem a ver com cooperação.

 

  1. Tolerância.

A convivência matrimonial é o meio ideal para se aprender a flexibilidade e tolerância. É fundamental que o cônjuge aprenda a respeitar a opinião dos outros. São os pontos vista divergentes entre os cônjuges que dão validade para resolver os desafios do dia a dia as opiniões diferentes quando respeitadas, não levam ao desastre, mas sim enriquecem o que aprendi a conviver com elas.

 

  1. Submissão.

A submissão mútua é um aspecto negligenciado na ética cristã, a luz da palavra de Deus os cônjuges devem subordinar-se um ao outro, Efésios 5.21 diz assim: “Sujeitai-vos uns aos outros em amor”; eu acho muito legal quando pergunto para um casal, quem é que manda lá? A mulher responde: eu ou o marido diz: eu não.

É muito legal, as vezes eu pergunto assim para alguns casais: Na sua casa quem manda? Ai então ela e ele diz: lá em casa quem manda é o amor. Sempre que o amor é quem manda, quem determina, cada um cumpre muito bem o seu papel, aí então o casal cresce de forma saudável e sustentável.

O próximo dever mútuo no casamento é:

  1. Diálogo.

Diálogo franco e sincero, o matrimônio vive do diálogo dos cônjuges, o silêncio pode se tornar uma arma terrorista que destrói o lar, o silêncio pode ser uma forma de expressar a indiferença e isso mata, o contrário de amor não é ódio é indiferença. Não deixe bloquear os canais de comunicação a vida do casamento passa por eles, sem diálogo não há casamento saudável. Vou repetir o que eu digo sempre: O divórcio sempre é precedido pela morte do diálogo.

  1. Perdão.

O perdão é a humildade para admitir erros e prontidão para confessar pecados num diálogo aberto são os elementos especificamente cristãos que enriquece o matrimônio, e o tornam uma verdadeira escola de fé, arrependimento e perdão.

Hoje eu entendo o por que Jesus deu aquela resposta para Pedro, quando Pedro perguntou: até sete vezes eu devo perdoar meu irmão? E Jesus disse: Não Pedro, não é até sete vezes, mas setenta vezes sete, ou seja, 490 vezes por dia. Sem perdão é impossível conviver. Casamento é para quem aprendeu a arte de perdoar, o perdão sustenta o diálogo, o diálogo sustenta a unidade e é na unidade do casal que está a força.

Que você tenha sabedoria e discernimento  para ter um casamento abençoado  e maturidade para enfrentar todos os desafios que aparecerem durante a viagem conjugal.

3 mudanças radicais que o casamento exige

Como escrever uma história de vida a dois, digna de ser contada pelos filhos e netos? Casamento não é difícil, o difícil é permanecer casado e feliz. Por que muitas pessoas têm tudo para viver um casamento feliz, alegre e não vivem? Por que essas pessoas não entenderam que “casamento exige mudanças radicais”. Isso é  importante para você que já casou ou para quem ainda vai casar.

Casamento implica em mudanças radicais vamos abordar 3 delas.

1a) Deixar o útero do lar dos pais para nascer como marido/esposa.

A Bíblia diz em Gênesis 2.24 “Por isso deixa o homem seu pai e a sua mãe, e se une a sua mulher”, por isso deixa, esse deixar tem três aspectos importantes.

  • Deixar geográfico
  • Deixar emocional
  • Deixar financeiro

Aqui está o segredo para começar bem a escrever uma história de amor a dois, digna de ser contada. Deixar o espaço geográfico. Você se afastará dos seus pais, vai deixar a casa deles, porém nunca irá abandoná-los!

Você já ouviu aquela frase “Quem casa quer casa?”.

Outro dia um pai disse assim para mim:

– A minha filha vai se casar e eu tenho uma casa grande, na minha casa tem vários quartos, minha casa vai ficar vazia quando a minha filha se casar, será que não seria interessante ela vir morar na minha casa junto com meu genro?

Eu respondi:

– Não.

Deus é o idealizador do casamento, e quando Deus criou o casamento ele deixou claro, por isso “Deixa o homem seu pai e a sua mãegeograficamente, quem casa quer casa, e complica muito, logo no início do casamento, morar com os pais. Por isso eu sempre aconselho os casais de noivos que tenham a casa deles, o canto próprio e o espaço do casal. Isso é muito importante para o amadurecimento, para o crescimento dele como marido e dela como esposa. Isso é o deixar geográfico, “Quem casa quer casa.”

Deixar emocional: Vocês sabiam que algumas pessoas, são emocionalmente dependentes dos pais e isso costuma trazer sérios problemas depois do casamento? São pessoas que se casam e não conseguem cortar o cordão umbilical de dependência dos pais. Isso gera problemas, e isso provoca muitos conflitos. A partir do casamento o marido deve ser a provisão emocional principal da esposa e vice versa.

Deixar financeiramente: Qualquer pessoa que decide casar precisa ter condições financeiras para sustentar a nova família. Falando para o homem: A mulher pode e deve ser auxiliadora do marido. Até financeiramente, porém o provedor é o homem. A responsabilidade repousa sobre o marido.

2a mudança radical) Assumir a família do outro, como parte da história que vão escrever.

É impossível casar sem levar a família do outro junto? Não. Casamento é como comprar um CD, em que você gosta de uma música só, mas leva as treze para casa. Não tem como casar com ela e não se casar com toda a família dela. Não é possível se casar com ele, e não levar toda a família dele.

Como você trata os pais e a família do seu cônjuge?

Pergunto: Qual é a família que não tem pessoas difíceis? Qual é a família que não tem pessoas problemáticas? Qual é a família que não tem uns “malinhas sem alça com a rodinha quebrada”?

A questão não são eles! É você!

A Bíblia não diz: pague o mal com o mal, mas:

“Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Rm 12.17, 21)

Tenha os olhos de Jesus, tenha um olhar carregado de graça. E graça é tratar o outro muito melhor do que ele merece ser tratado; é tratar com outro como a gente espera ser tratado, é tratar o outro como Deus nos trata todos os dias,

3a) Compartilhar a vida com o outro respeitando as diferenças.

Se não compreendermos, não reconhecermos e respeitarmos as diferenças, construímos o nosso próprio inferno. Estou casado há trinta e três anos, a minha vida é uma benção. Minha esposa e eu vivemos maravilhosamente bem, não porque somos perfeitos, é porque nos casamos com uma predisposição de um respeitar ao outro nas suas diferenças, de um perdoar o outro sempre  que necessário e ter paciência com o outro, porque nós somos diferentes.

A minha esposa foi educada de uma forma bem diferente da minha. No casamento nos comportamos como fomos educados. Suponhamos que ele veio de uma família muito bem estruturada, funcional, abençoada, cristã, que ele cresceu em um ambiente saudável, foi mimado pelo pai e pela mãe que cantava louvores a Deus, ninguém gritava naquela casa. Ele estudou em uma escola evangélica, sempre foi tratado com honra, respeito e dignidade. Porém ela não. Pois nasceu e cresceu  em uma família disfuncional, o pai era viciado em bebida alcoólica, a mãe não tinha juízo e formavam um casal desestruturado. Foi nessa família que ela cresceu. Quando ela tinha dez anos, o pai traiu a mãe e foi embora de casa deixando ela, a mãe e os irmãos abandonados. Eles cresceram de forma desorganizada, em uma família onde as palavras eram de maldição e praga. Usavam palavrões e ela cresceu nesse ambiente conturbado, quando, aos 20 anos, ela conheceu Jesus,  entendeu o evangelho e, aos 21 anos de idade encontrou-se na igreja com aquele rapaz de vida certinha. Eles namoraram, noivaram e casaram.

Diante desse passado e educação, será que ele pode exigir dela a mesma compreensão do evangelho que a dele? Eles têm o mesmo nível de maturidade cristã? A mesma percepção de fé? Ele pode cobrar dela o mesmo comportamento de alguém que nasceu numa família bem estruturada, abençoada? Não!

Esse marido vai precisar de muita paciência. Isso sem contar que, além das diferenças de origem e educação, homem e mulher são diferentes, o temperamento é diferente, a maneira de perceber o mundo e de interpretar a vida é completamente diferente. Por isso o matrimônio deve escrever uma história de amor, compartilhando a vida com o outro respeitando as diferenças, por isso o apóstolo Paulo diz:

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece […] tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1Co 13.4, 7)

 

Nós estamos meditando no capítulo 15 de Provérbios, olha que versículo interessante verso de número 13: “O coração alegre traz um belo sorriso ao rosto, mas, quando um coração está triste, o dia custa a passar.” Em outra versão diz: “O Coração alegre aformoseia o rosto” a nossa expressão facial revela o estado da nossa própria alma, há ainda um outro versículo que diz: “O coração alegre é um bom remédio” Pv 17:22.

O coração do cristão, do salvo, do convertido, da pessoa que teme ao Senhor, é um banquete contínuo.

Como vai o seu coração quando olham para a sua expressão facial?

“O coração alegre traz um belo sorriso ao rosto” (Pv 15:13). Alguém afirmou que a distância mais curta entre duas pessoas é um sorriso; quando você sorri, você retarda o envelhecimento porque contrai menos nervos da sua face? Como vai a sua alma a partir da sua expressão facial? O versículo 14 também é muito importante e diz: “Quem tem discernimento está sempre ansioso por saber mais, mas o insensato se alimenta de modismo e coisas fúteis.”

Olha que coisa interessante, o sábio, o prudente, o inteligente, está sempre ansioso por saber mais Sabe quais são as pessoas felizes, bem-sucedidas e que nunca param de crescer? Aquelas que nunca param de aprender, Steve Jobs fez uma afirmação que nunca mais esqueci: “Tenham fome!” não é fome de picanha, contrafilé, de bolo ou de pão, é fome de conhecimento. Eu estava lendo sobre um gênio da pintura e perguntaram para o biógrafo:

– O que você viu nesse gênio que te chamou mais atenção?

Respondeu o biógrafo:

  • A curiosidade dele!

A maioria das pessoas curiosas sempre querem saber mais, elas têm fome de conhecimento continuamente, quem tem discernimento?

Aquele que é sábio e inteligente, está sempre ansioso por saber mais, você é uma pessoa que tem fome de conhecimento? Você é uma pessoa que nunca para de buscar conhecimento? O dia em que você parar de aprender, vai parar de crescer; o dia em que você parar de aprender e de crescer deixará de ser um líder.

Guarde isso quem tem discernimento está sempre ansioso por saber mais, mas, o insensato se alimenta de modismos e coisas fúteis.” Outro versículo importante “É melhor comer pão amanhecido num ambiente de amor que uma picanha de primeira onde só há ódio.” Eu costumo dizer: não basta ter uma casa, é preciso ter um lar.

De que adianta um casal morar em uma grande casa, em um belo condomínio fechado, quem sabe em um bom apartamento, ou até mesmo em uma suntuosa cobertura à beira-mar, se não existe amor ali?

Sem expressões de afetividade, demonstrações de carinho e graça, o ambiente fica “feio”.

A Bíblia diz que:

“É melhor um pedaço de pão seco e paz que uma casa cheia de banquetes e conflitos.” (Pv 17.1NVT)

Se fosse a minha versão pessoal, eu diria assim: “melhor morar em uma casa simples, em um quarto modesto, com uma cozinha sem sofisticação onde haja amor nos relacionamentos, do que morar numa mansão suntuosa, que abriga relacionamentos de ódio, maledicência e gritaria! Precisamos cuidar do coração, para ter uma alma saudável.

O amor, a afetividade, a graça, a presença de Deus, fazem toda a diferença. Vou repetir “É melhor comer pão amanhecido num ambiente de amor que uma picanha de primeira onde só há ódio.”a Bíblia diz no Salmo 27: “Se o Senhor não edificar  a casa em vão trabalham as que edificam, se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela”. É a presença de Deus na pessoa de Cristo que vai fazer toda diferença na sua casa.

O que fazer quando a mulher sente dores durante a relação sexual?

 

Gostaria de chamar atenção de alguns líderes e de pais religiosos que, na maneira que encontram de evitar a iniciação sexual precoce de suas filhas, as estão apavorando, demonizando o sexo, e criando mulheres disfuncionais sexualmente. Quando essas mulheres se casam acabam negando ter relações com seus maridos, não porque querem, mas porque não conseguem devido aos conceitos negativos e falsos que receberam em relação ao sexo.

 

A Palavra de Deus nos outorga uma missão maravilhosa de educarmos nossos filhos e filhas em sabedoria e em verdade, tudo que passar disso é manipulação e distorção da Palavra. Como educar os filhos a terem domínio próprio, seja quanto ao instinto, aos desejos ou aos ímpetos, fora ou dentro do casamento?

 

Bem sabemos que o domínio próprio é fruto do Espírito, então essa educação deve consistir primeiramente a ajudá-los a ter intimidade com Deus, para que nossos filhos aprendam a amar e a respeitar a Deus, dependerá de ensinarmos a Palavra, orarmos muito e sermos exemplo.

 

Pais, permitam que seus filhos percebam, através do comportamento do casal, que vocês não são somente “irmãos” ou amigos, mas principalmente homem e mulher enamorados, que se amam, se respeitam e são sexuados e bem resolvidos. Com este exemplo, e desenvolvendo a intimidade deles com Deus e sua Palavra (não falo aqui de ativismo na igreja), aprenderão sobre sexo à luz da Bíblia. Não deixem que aprendam na rua, ou através da mídia, pois estes meios fazem apologia ao sexo egoísta e promíscuo.

 

Por outro lado, não permitam que sejam vítimas dos excessos moralista, do falso pudor e de paradigmas que na verdade sempre associam a ideia de sexo com pecado e punição.

Gerações educando gerações com valores de uma cultura machista que persiste através da história, que se infiltrou e se enraizou nas igrejas através do tempo, mas que nada tem a ver com a Palavra de Deus.

Você sabia que a mulher pode ter algum tipo de disfunção sexual?

 

Vaginismo: também chamado de Transtorno da Dor Gênito Pélvica/ Penetração, é uma disfunção sexual feminina que provoca a contração involuntária (não intencional) dos músculos do assoalho pélvico tornando dolorosa ou impossível a penetração, quer seja durante a relação sexual e/ou na introdução de absorvente interno, espéculo vaginal, aplicador de pomada, entre outros objetos, mesmo que a mulher tenha o desejo em realizá-lo. Essa contração muscular excessiva é uma reação defensiva do corpo em situações consideradas inconscientemente ameaçadoras ou em resposta a um estímulo de dor.

 

  • Dispaurenia: significa dor na relação. Diferente do vaginismo, a mulher consegue a penetração, porém sente muita dor pélvica, o que faz ocorrer a suspensão do ato sexual. A dor pode estar relacionada a doenças vaginais, corrimentos, cistites, cistos de ovários, doenças inflamatórias pélvicas, endometriose, miomas e varizes pélvicas.

 

A causa pode ser de origem emocional, seja pelos motivos explanados para o vaginismo, ou pode surgir ocasionada pelas seguidas frustrações no desfecho do ato sexual, quando a mulher não obtém o alívio sexual após a excitação. Para confirmação do diagnóstico é necessário um exame ginecológico, de ultrassom pélvico, e avaliação do fluxo vaginal.

 

As causas físicas são tratáveis e permitem que as relações sexuais voltem a ser prazerosas. Se a causa for psicológica ou de desempenho sexual, então são sugeridas psicoterapia e terapia sexual para resolver tal distúrbio, o vaginismo pode afetar mulheres de diferentes maneiras.

 

Há casos de pacientes que conseguem realizar exames ginecológicos, mas não são capazes de ter relações sexuais, outras têm relações somente com penetração parcial e relatam dor, sensação de ardência e/ou queimação.

 

 

Existem ainda casos mais severos com pacientes que se mantêm virgens por muitos anos e após o casamento apresentam incapacidade de permitir a penetração. A dificuldade é constante e recorrente, podendo ocorrer em uma situação e não obrigatoriamente nas demais.

 

Portanto,  mulher cuide do seu bem estar e da sua saúde emocional e física, ao menor sintoma de dor procure um médico ginecologista, procure o tratamento adequado para seus sintomas, não desista existem possibilidades de ter uma vida sexual normal.

Frigidez é o nome dado a um problema sexual feminino caracterizado pela indiferença em relação ao estímulo sexual e pela consequente incapacidade para atingir o orgasmo.

É natural sentir o desejo sexual. Se a pessoa não tem um problema físico, não está em depressão ou em grave tensão emocional, a resposta ao estímulo deveria ocorrer. Se não ocorre é porque há  algum mecanismo de inibição. O mecanismo neurológico é constituído  de tal maneira, que pode ser “desligado” quando o cérebro “decide” que não quer mais sentir prazer.

A mulher não tem consciência de que seja ela a responsável pelo que ocorre. As causas podem ser várias. Uma das hipóteses é que trata-se  de desejo primário, isto é, uma pessoa que nunca sentiu o erótico, nunca praticou o auto-erotismo. Não sente atração por ninguém. A pessoa está como que assexuada. O sexo não faz parte da sua existência. É mais provável que esta reação seja provocada por causas remotas, como o medo do que significa um sucesso sexual, o medo do desaponto, o temor da intimidade ou um conflito edipiano não resolvido (o pai é visto no marido, inconscientemente, o que não permite aproximação pelo temor ao incesto). A associação do sexo com o feio, negativo e culposo pode, também, pode ser uma das causas. A criança, dependendo de  como é tratada, aprende de berço a se sentir culpada e reprimir seus impulsos sexuais.

A cura está na  pessoa desaprender o que assimilou de errado, e aprender o que a Bíblia fala sobre a beleza do sexo e sua importância para a vida do casal.

Deus tem um bom senso de humor.  Se não, nunca teria juntado pessoas tão diferentes na instituição sagrada que chamamos “casamento”.

*o introvertido casa-se com a “vida da festa”

*o “dorminhoco” se junta àquela que acorda com os pássaros

*ele esmaga o tubo de pasta de dentre; ela faz carinho no tubo para persuadir a pasta a sair

*ele coloca o papel higiênico para sair de cima, ela de baixo

*ele quer dormir com a janela aberta e o ventilador ligado, mesmo no inverno; ela usa 2 cobertores mesmo com a temperatura 35 graus

Infelizmente, nem todos acham graça nas  diferenças que existem entre o casal casado.  Pior, às vezes diferenças como estas levam alguns casais à conclusão de que são “incompatíveis”.  Logo nos primeiros anos de casamento ficam desiludidos, frustrados, decepcionados.

Não tem que ser assim.  Para valorizarmos a individualidade de cada um,  precisamos entender  o propósito divino por trás das diferenças entre nós.  Além disso, precisamos aprender a aproveitá-las para tornar o casamento ainda mais forte.  Deus chamou o homem e a mulher para se completarem, não para competirem entre si!

 

Por que as Diferenças?

Para entendermos este “senso de humor divino” que une pessoas tão diferentes, precisamos voltar para o estabelecimento do casamento dentro do plano de Deus.  Em Gênesis 2:15-24 descobrimos alguns princípios importantíssimos que explicam por que o ditado “opostos se atraem” é verdade para tantos casais.

  1. O homem precisava de ajuda para realizar sua tarefa no Jardim. Quando Deus fez o homem e o colocou no Jardim do Éden, deu-lhe a tarefa de cuidar e cultivá-lo (Gn. 2:15).   Mas logo em seguida Deus declarou que a situação do homem sozinho “não era bom” (2:18).  Esta é a única vez em 6 dias de criação que Deus fala que algo não era bom.  Em outras palavras Deus disse “Não dá! O homem não consegue realizar tudo que eu quero na Terra.  Está faltando alguém.”

O que faltava foi a mulher, Eva.  Em Gn. 2:18b e 20 ela foi chamada de “auxiliadora idônea”.  Infelizmente muitos têm torcido estes termos para fazer da mulher-esposa uma espécie de capacho eficiente.  Nada pode ser mais longe da verdade.

O termo “auxiliadora” não significa “escrava”– alguém para lavar roupa e preparar comida.  A mesma palavra hebraica foi usada de uma outra Pessoa no Velho Testamento– Deus!  O termo se refere a Deus como nosso “Auxílio” (Sl.33:20), “Amparo” (Sl. 115:9-11) “Socorro” (Os. 13:9) e “Ajuda” (Dt. 33:7). Seria difícil imaginar um termo mais nobre.  Pela sua graça, Deus colocou um representante de Si mesmo ao lado do homem–um auxílio e amparo que ajuda-o em todas as necessidades.  Assim é a esposa para o homem e, por implicação, o homem para sua esposa.

  1. Deus criou a mulher para completar o que faltava no homem, e vice-versa. O outro termo, “idônea”, literalmente significa “conforme o seu oposto”.  Em outras palavras, a mulher corresponde ao homem mas também completa o homem.  Ela é o que ele não é, faz o que ele não faz, supre o que ele não tem, e vice-versa.   Assim como os dedos de duas mãos se entrelaçam, homem e mulher juntos  “fecham” as respectivas lacunas na vida de cada um.

 

Como Aproveitar as Diferenças?

Um dos segredos de um bom casamento não é que os dois eliminam as diferenças entre si com o passar do tempo.  A chave é saber trabalhar as diferenças!

Um exemplo da biologia ilustra este princípio.  Dizem que quanto mais diversificados os genes, mais forte se torna a espécie.  Isso pelo fato de que quando dois animais com genes semelhantes cruzam, tendem a reforçar as fraquezas na espécie.  Mas a diversidade genética enriquece e fortalece a cria, pois genes prejudiciais são contrabalançados por genes bons.

O casamento é assim também.  O casal esperto sabe aproveitar as diferenças entre si para ministrar um ao outro justamente nas áreas de fraqueza ou falha.  Por exemplo:

*Uma esposa extrovertida ajuda seu marido tímido em situações onde ele se sente desconfortável

*Um marido que não enxerga bem à noite deixa que sua esposa dirija o carro de volta para casa

*Uma esposa com muita capacidade de discernimento usa seu “sexto sentido” para advertir o marido contra maus negócios

*Um marido menos acadêmico conta com a ajuda da sua esposa estudiosa para preparar sua aula de escola dominical

Poderíamos multiplicar exemplos, mas o ponto está claro: O casal sábio aprende cedo a trabalhar as diferenças entre eles para fortalecer e não enfraquecer seu lar.  Este casal sabe que as diferenças foram criadas por Deus não para criar competição, mas sim complementação em casa.  “Quando sou fraco, então ela é forte, e quando ela é fraca, eu sou forte”.

 

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Extraído do site Palavra e Família, em 6 de março de 2019. http://www.palavraefamilia.org.br/site1/index.php?option=com_content&view=article&id=402:trabalhando-as-diferencas&catid=103&Itemid=100246