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O que você pensa sobre sexo oral?

No relacionamento conjugal cada pessoa participa do estabelecimento do padrão sexual à luz do que a Escritura ensina e do que cada pessoa gosta.

Nenhum dos dois deve ter poder sobre o outro na prescrição.

O Novo Testamento ensina que os homens e as mulheres são iguais em termos de valor, capacidade e posição diante de Deus.

Os homens não têm direitos sexuais que as mulheres não possuem. Cada um tem tantos direitos quanto o outro.

Quem estabelece os padrões para o comportamento sexual?

As passagens do Novo Testamento que ensinam sobre o relacionamento sexual entre marido e esposa começam ou terminam com uma ordem de mutualidade.

Cada um deles precisa ter suas necessidades satisfeitas, e isso significa que ambos devem descobrir o que é agradável para o outro.

Uma das barreiras no relacionamento sexual é a ignorância, tanto das Escrituras quanto do processo sexual.

O que você tem lido que afirma clara e objetivamente o que a Escritura diz sobre o sexo?

O que vocês dois já leram sobre a resposta sexual? Vocês já leram O Sexo É Um Presente de Deus, de Joyce e Cliff Penner?

Essa é uma leitura obrigatória para casais de todas as idades, mesmo aqueles que já estão casados há trinta anos ou mais. Por quê?

Porque tenho descoberto mais falta de informação com casais que estão casados há mais tempo do que com aqueles que são mais jovens.

Provavelmente, a pergunta feita com mais frequência sobre sexo é sobre sexo oral.

Sexo oral refere-se ao estímulo oral dos órgãos sexuais por qualquer dos cônjuges usando a língua ou boca nos órgãos do outro.

Cliff e Joyce Penner demonstram em seu livro, The Joy of Sex (A Alegria do Sexo), que Cantares de Salomão refere-se ao casal estimulando-se mutuamente dessa forma (Ct 4.16).

Isso pareceria indicar que, de acordo com a Escritura, não há nada errado com esta prática.

Mas essa é apenas uma inferência, já que a Escritura não fala claramente que isso é certo ou errado.

Qualquer erro com relação a isso poderia ocorrer quando um cônjuge tenta forçar sexo oral sobre o outro.

Nada deve ser feito que ofenda a outra pessoa.

Sexo oral pode ser um problema se perder seu propósito de aumentar o estímulo com vistas a completar o ato sexual e se tornar um substituto para a relação sexual.

Em alguns casos, mesmo quando a mulher não sente prazer com o sexo oral, cederá aos pedidos do marido.

E aí ele perde interesse em satisfazer as necessidades dela através da relação sexual.

O sexo oral é tão natural quanto a estimulação dos seios, boca ou ouvidos.

Alguns expressam preocupação sobre ele ser um ato anti-higiênico.

Se o corpo estiver lavado e limpo, a contaminação não se espalhará dos órgãos genitais ou da boca.

O mais importante princípio a ser seguido é o de descobrir do que seu cônjuge gosta, e não pedir ou forçar nada que o ofenda. A vida sexual é um presente de Deus, não se esqueça disso.

 

 


H. Norman Wright

é terapeuta familiar de grande prestígio, formado pelo Seminário Teológico Fuller, pela Faculdade Westmont e pela Universidade Pepperdine. Recebeu dois doutorados honorários e foi diretor do Departamento de Aconselhamento Matrimonial, Familiar e Infantil na Universidade de Biola, nos Estados Unidos.

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